Pane seca na segurança: Falta de combustível para viaturas se espalha e gera colapso no Sul do Piauí
A cobrança por uma resposta imediata recai sobre o Palácio de Karnak e a Secretaria de Segurança Pública (SSP-PI).
PIAUÍ - A crise no
abastecimento das viaturas policiais, que inicialmente afetava as regiões de
Floriano, Guadalupe e Jerumenha, explodiu e já atinge boa parte dos municípios
do Sul do Piauí. Conforme denúncia publicada pela coluna do Portal Encarando,
nesta quinta-feira (09) postos de combustíveis conveniados suspenderam o
fornecimento após o Governo do Estado acumular até cinco meses de atraso nos
pagamentos.
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Com o crédito cortado na bomba, o policiamento
ostensivo entrou em regime de racionamento forçado. A situação gerou um efeito
cascata perigoso na região:
- Racionamento
crítico: Batalhões e companhias da Polícia
Militar foram obrigados a limitar deslocamentos, reduzindo drasticamente
as rondas e a capacidade de resposta a chamados de emergência.
- Dinheiro
do próprio bolso: Há relatos graves de que,
para não deixar áreas completamente desassistidas, policiais militares
estão pagando o combustível do próprio bolso, em dinheiro, para manter as
viaturas rodando.
- Portas
abertas para o crime: Moradores e lideranças locais
estão em pânico. O corte no patrulhamento ocorre justamente em um momento
de forte expansão das facções e do crime organizado no interior do estado.
A cobrança por uma resposta imediata recai sobre o
Palácio de Karnak e a Secretaria de Segurança Pública (SSP-PI). O resumo do
cenário feito pelos próprios policiais da região à coluna é direto: "Sem
combustível, não há patrulhamento, não há resposta rápida e quem paga a conta é
a população".
Da REDAÇÃO

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